Como optar por um Aparelho Auditivo em tempos de pandemia

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Em tempos de pandemia nos deparamos com uma grande dificuldade: -Como atender os nossos pacientes se o isolamento nos afasta?

Neste diapasão, a Direito de Ouvir foi mais uma vez precursora de uma atitude imediata. Adequamos nosso atendimento de maneira que nossos pacientes possam receber a Direito de Ouvir em suas próprias casas, em segurança. Nunca tivemos tanta procura por assistência auditiva como nesse período de pandemia.

A justificativa se dá porque na quarentena acabamos voltando a atenção aos nossos filhos, pais, irmãos, esposas e maridos, que neste momento estão mais próximos ainda. Percebemos que agora não conseguimos falar ao telefone com aquele que está isolado, ou até mesmo com aquele que está próximo. Sem contar, que a máscara, agora item obrigatório, impede o deficiente auditivo de fazer a leitura labial que tanto facilita a comunicação. Quanto contraste para eles… aquela que o protege ao sair do isolamento, é a mesma que o impede de se comunicar… isolando-o então!

Diante disto, a Direito de Ouvir tem trabalhado com o teleatendimento. Esta forma de atendimento não presencial é a forma mais segura e eficaz para ajudar aqueles que nos procuram neste momento.

O paciente no conforto e segurança de sua casa consegue receber os aparelhos auditivos, assim como, regulá-los com o auxílio do fonoaudiólogo através de uma vídeo chamada entre o fonoaudiólogo e o paciente. E, para quem tem dúvidas quanto aos ajustes nessa situação, os aparelhos ainda possuem a tecnologia de regulagem a distância. Assim temos atendido os nossos pacientes em qualquer região que ele se encontre.

Tudo isso só é possível pela máxima tecnologia vigente nos novos aparelhos MYDO.

Aparelhos com sistema de tradução simultânea, alerta de queda, toque de SOS com envio de mensagens, localização por GPS, conectividade com a Lexa, regulagem de qualquer som para melhoria do conforto em ambientes através do celular IOS ou Android, redução automática de ruídos, cancelamento automático da microfonia, pareamento de sons e chamadas com o celular, TV ou equipamentos sonoros, entre outras inovações, sem contar com a máxima qualidade de sons para melhora do convívio social.